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Thyroid tumors represent about 1% of the global cancer burden. Papillary thyroid cancer is the most frequent histological subtype and has the most favorable prognosis. The relation being about 3 to 1 in females compared to men. There are somehow other subtypes with worse prognosis.

In Central and South America thyroid cancer was the sixth most common cancer diagnosed among females. Thyroid cancer incidence has been steadily increasing over the past few decades in Europe, North America, and some Asian and South American countries. Paradoxically, mortality has not increased in parallel.

Cancer registries that systematically collect information on clinical stage and tumor size in order to evaluate whether the increases in thyroid cancer trends are due to over-diagnosis of smaller indolent thyroid cancers, would be ideal in Latin America. There are studies in smaller populations from each country that could be extrapolated to the whole population. In fact, in Argentina, patients from the “Obra Social de la Policía Federal Argentina” were studied during the period 2012-2016 and an incidence of 11.83 new cases /100000 inhabitanst/year (17.24 new cases /100000 in women and 6.12 new cases/100000 in men) was reported, these figures being 3 fold higher than those of the first registries in 1981.

In Brazil and Argentina there have been also efforts to analyze newer ways of stratifying the risk of recurrence of patients with thyroid cancer in a dynamic way adapting therapeutical decisions in an individualized fashion similarly to what has been recently proposed by authoritative guidelines worldwide.

In all, thyroid cancer has an excellent prognosis when diagnosed early.  September is the month chosen for the Awareness of Thyroid Cancer and LATS wants to join the efforts of many organizations worldwide in the strong desire to achieve cure of all kinds of thyroid cancer. 

 

Published in SET 24, 2017 Mais notícias.

Há tempos as mulheres lutam por reconhecimento profissional em diversas áreas. Na endocrinologia, mais especificamente na tireoide, a presença feminina tem se mostrado muito forte e as endocrinologistas têm conquistado cargos importantes nas Sociedades. Essa liderança feminina foi observada na última edição do Latin American Thyroid Congress (LATS), que aconteceu em junho, no Rio de Janeiro.

A Dra. Ana Luiza Maia, membro da diretoria do Departamento de Tireoide da SBEM e presidente eleita da Latin American Thyroid Society (Gestão 2019-2021), destacou que essa realidade tem sido natural para as médicas. Para ela, ocupar essas posições é consequência de um bom trabalho. “Chegamos a esse patamar sem impor nada. No Departamento de Tireoide, inclusive, temos uma sequência de mulheres na presidência, assim como no LATS. Mas é um trabalho em longo prazo que se conquista com modelos e exemplos.”

Confirmando o que a Dra. Ana Luiza enfatizou, nos últimos cinco anos o Departamento de Tireoide foi presidido por uma mulher. Além da Dra. Célia Nogueira, atual presidente, estiveram à frente da Sociedade Dra. Gisah Amaral (2015-2016), Dra. Carmem Moura (2013-2014), Dra. Laura Ward (2011-2012) e Dra. Edna Kimura (2009-2010). Atualmente, a diretoria da instituição conta com um número significativo de mulheres, sendo seis entre os nove membros.

A Dra. Célia contou que, de acordo com a história, a Faculdade de Medicina da USP graduou em 1918 duas mulheres. Apenas em 1960 surgiu a Associação Brasileira das Mulheres Médicas. Hoje o número de graduadas é superior ao de homens. Por isso, para a endocrinologista não é de se admirar que nas últimas gestões do Departamento de Tireoide a presidência tem sido assumida por mulheres. “As próximas gerações já estão se envolvendo em várias atividades departamentais e que talvez pela predominância feminina se mantenha essa característica de chefias serem exercidas por mulheres.”

Segundo a presidente, essa ascensão faz parte da carreira científica. Ela enfatiza que é importante para o reconhecimento profissional e abrangência nacional e internacional, porém, destacou que o objetivo é sempre trabalhar dentro do rigor ético e científico. “Independente do gênero contamos com pessoas compromissadas com a sociedade e que se dispõe a trabalhar arduamente para manter o Departamento dentro de padrões de excelência.”

Dras. Ana Luiza Maia e Denise de Carvalho durante o encerramento do Congresso da LATS 2017

A atual presidente do LATS, Dra. Denise de Carvalho, esclareceu que essa representatividade feminina na endocrinologia é um fenômeno mundial. A médica relatou que pôde perceber esse fato durante a entrega de prêmios em um evento europeu. Segundo ela, dentro de um grupo de 15 premiados, apenas 3 eram homens. “Quando a sexta mulher subiu ao palco, pensei: deve ser women in endocrinology. Isso é resultado de muito trabalho e anos de preparação”, afirmou a especialista acrescentando que - para ela - a mulher deve ocupar espaço não por força e nem pelo gênero, mas sim pelo mérito e quando estiver preparada.

Para as especialistas, é importante destacar que para a nova geração de pesquisadores e acadêmicos a questão de gênero já não é tão relevante como antigamente. Mas, ainda assim, a sociedade encara essa realidade como uma novidade e as mulheres ainda precisam trabalhar duas vezes mais do que os homens para mostrarem que têm condições de ocupar um cargo de liderança. De acordo com a Dra. Ana Luiza, apesar da força feminina na endocrinologia, ainda há muito o que se conquistar.

 

Fonte: Departamento de Tireoide da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia

 

Published in JUL 28, 2017 Mais notícias.

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