PNCDDI |
|
Programa Nacional de Controle dos
Distúrbios por Deficiência de lodo (PNCDDI-MS)
Combate à Deficiência de Iodo no Brasil
SAL
O Sal é geralmente obtido no Brasil a partir da evaporação da água do mar embora exista tarnbém o Sal de mina, conhecido como "SAL GEA,L4 ".
O maior produtor de Sal marinho no Brasil é o estado do RN que detém cerca de 9 I % de Produção Nacional (Quadro V), sendo também o maior beneficiador de sal (6 I %) (Quadro VI).
O "SAL GEMA" (Quadro VII) está limitado aos estados de Bahia e Alagoas e seu uso restringe-se às indústrias.
Do consumo interno da Produção Nacional de Sal cerca de 13% é para a Alimentação Humana e 27% para a pecuária. (Quadro VIII)
Em 1994, importarmos sal da Argentina, Bahamas, Chile, Itália e EUA para atender às indústfias quimicas, mas esta importação não foi significativa em 1995. Em 1996 importamos sal marinho do Chile e ainda não dispomos dos dados de 1997.
Das exportações realizadas, 81% foram de sal mafinho que se dividiram entre EUA, Nigéria, Uruguai, Paraguai e outros. (Quadro IX)
Existe também no mercado através do MERCOSUL marcas de Sal dietético composto de 44% de cloreto de sódio e 66% de cloreto de potássio que atua como preventivo de hipertensão auxiliando no controle e diminuição de líquidos. No Brasil também existe tal tipo de sal, com o nome de Sal Light composto de 50% de cloreto de sódio e 50% de cloreto de potássio.
KlO3
O lodato de Potássio é vendido no Brasil em barricas (25 e 50 kg) ou em sacos plásticos em embalagens de 5OOg. Como não há iodo no Brasil todo o iodo necessário para a fabricação de KlO3 precisa ser importado do Japão ou do Chile. Os fabricantes nacionais de iodato de potássio são:
Última cotação: R$ 19,00 por quilo (jul/97).